Categoria: PSDB

Rodrigo de Castro participa da Convenção Municipal do PSDB de Três Marias

O deputado federal Rodrigo de Castro esteve em Três Marias para acompanhar a Convenção Municipal do PSDB. Ao lado do deputado estadual, Tito Torres, do ex-prefeito, Bem-te-vi e do Presidente da Câmara, Luiz Bertiê, o deputado falou sobre o projeto para o partido retornar à Prefeitura Municipal e a cidade retomar o caminho do desenvolvimento e do progresso.

No vermelho – Comissão presidida pelo PSDB debate geração de energia e impacto nas contas de luz

Presidida pelo PSDB. a Comissão de Minas e Energia debate na quinta-feira (9) o suprimento de energia no Brasil e seu impacto nas tarifas de energia elétrica. A reunião será realizada às 9h30 no plenário 14. Como alerta o deputado Rodrigo de Castro (MG), que propôs a reunião, uma leitura da série histórica dos empreendimentos do setor elétrico integrantes do PAC mostra atrasos em cerca de 35% das obras.

Segundo o tucano, estudos indicam que, em virtude dessa lentidão, deixaram de ser incorporados ao sistema interligado nos últimos anos cerca de 10 Gw ou 8% do atual parque gerador.

“Também é imperativo abordar a questão dos valores atuais praticados pelas concessionárias do setor elétrico. Em 2015 estamos sob cenário sombrio de aumentos entre 40% – real e admitido pelo Ministério de Minas e Energia – e 70%, estimado por agentes do setor. Isso coloca a energia brasileira como a 6ª mais cara do planeta”, afirma.

Foram convidados um representante do Ministério de Minas e Energia; o professor Ildo Sauer, da Universidade de São Paulo; o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, Nelson Fonseca Leite; e a coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Elici Maria Checchin Bueno.

No último dia 26, o colegiado discutiu o tema com a presença de dirigentes da Agência Nacional de Energia Elétrica e do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Especialistas e parlamentares concluíram que a crise hídrica tem forte impacto nos problemas de fornecimento energético, mas que o principal problema é a falta de planejamento para o setor.

(Da Agência Câmara, com alterações/ Foto: Alexssandro Loyola)

Fonte: PSDB

Investigações na Operação Operação Lava Jato

Diante dos nomes revelados na noite desta sexta-feira como investigados na operação Lava Jato, reafirmo minha convicção de que a apuração se aprofunde e todos os culpados sejam punidos. Não posso, no entanto, deixar de manifestar minha solidariedade ao senador Antonio Anastasia. Pela sua trajetória e conduta na política, tão conhecida por todos nós, tenho certeza de que ele foi envolvido de maneira injusta nas denúncias. Tenho absoluta convicção da idoneidade do nosso senador e estarei ao seu lado para o esclarecimento dos fatos. O Brasil precisa de uma apuração séria e transparente que leve à punição os verdadeiros culpados.

Rodrigo de Castro toma posse como presidente da Comissão de Minas e Energia

O deputado Rodrigo de Castro foi empossado na manhã desta quarta-feira (04/03) na presidência da Comissão de Minas e Energia, logo após ser eleito, com 47 votos. A Comissão assume um papel mais relevante ainda neste ano, diante dos problemas enfrentados pelo país no fornecimento de energia e aumento abusivo nas tarifas, além da corrupção e a má gestão instaladas na Petrobras.

“As grandes discussões hoje no país passam por essa área. Deparamos o tempo todo com pessoas interessadas no assunto. O Brasil, graças a Deus, é muito rico e tem amplas possibilidades e, portanto, muitas demandas no setor energético”, afirmou, logo após a posse.

A atuação da comissão terá como um dos focos principais o aumento sucessivo no valor das tarifas da energia elétrica, causado pela política equivocada adotada pelo governo federal para o setor. O último reajuste foi oficializado no dia 27 de fevereiro, com a entrada em vigor da revisão extraordinária das tarifas aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que causou uma correção, em média, de 23,4% nas contas de luz.
Os problemas da Petrobras também estarão na pauta da comissão. Rodrigo de Castro se comprometeu a atuar em defesa dos reais interesses do Brasil.

“Estou à disposição para trabalhar junto com os colegas e defender os interesses do nosso país. Creio que esta Casa, a Câmara dos Deputados, pode dar realmente uma grande contribuição a esse tema. Temos que aumentar nossa força de interlocução em todos os setores para ajudarmos na solução dos gargalos, para aumentar as possibilidades e contribuirmos com toda sociedade”, destacou.

Entre as atribuições da Comissão de Minas e Energia estão as discussões das políticas e modelos mineral e energético brasileiros; fontes convencionais e alternativas de energia e o regime jurídico dos bens minerais e dos recursos energéticos.

Também são temas de responsabilidade do colegiado: a estrutura institucional e o papel dos setores mineral e energético; pesquisa e exploração de recursos minerais e energéticos; formas de acesso ao bem mineral; empresas de mineração; política e estrutura de preços de recursos energéticos; comercialização e industrialização de minérios; fomento à atividade mineral; gestão, planejamento e controle dos recursos hídricos; e regime jurídico de águas públicas e particulares.

Assista ao vídeo do pronunciamento
Confira a matéria no site do PSDB

Opinião: Omissão total

Omissão total
Tucano cobra posição do governo brasileiro em relação a ataques contra a democracia na Venezuela

O deputado Rodrigo de Castro (MG) cobrou, nessa quinta-feira (26), uma postura do governo brasileiro em relação à crise que afeta a Venezuela, com ataques à liberdade de expressão e tentativa de calar as oposições. O tucano afirmou ser inadmissível que o Brasil assista a tudo que vem acontecendo na nação vizinha, inclusive a violação de direitos humanos, de maneira totalmente passiva.

“É urgente que o Brasil se posicione com relação à crise da Venezuela. Não é possível que nosso país, como um dos líderes da América do Sul e do Mercosul, assista passivamente ao que ocorre entre nossos vizinhos”, defendeu o parlamentar em discurso na Câmara.

Castro considerou inaceitável a prisão do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, por agentes do Serviço de Inteligência da Venezuela, sob a acusação de planejar um golpe de Estado. Segundo ele, tão inaceitável quanto foi a justificativa da presidente Dilma para a omissão de seu governo. A petista alega que o Brasil não deve interferir em assuntos internos de outros países. “Isso não se justifica quando vemos um atentado aos direitos humanos, à liberdade e à democracia”, rechaçou.

O deputado mineiro demonstrou preocupação com os rumos tomados pela atual política externa praticada pelo Itamaraty. “É preocupante saber que nossa diplomacia, que já foi exemplo e referência para todo o mundo, seja hoje contaminada pela visão ideológica do PT. Estamos míopes em relação aos problemas, inclusive da América do Sul. Isso tem que mudar. É preciso ação por parte do Itamaraty e também nossa, como parlamentares”, alertou.

Fonte: PSDB

Redes sociais têm papel de destaque no debate político

Data: 01/06/2014
Veículo: Jornal Hoje em Dia
As redes sociais na internet devem merecer atenção especial este ano por parte das equipes engajadas nas campanhas eleitorais. Desde as eleições de 2010, instrumentos como Facebook e Twitter cresceram substancialmente. Para se ter uma ideia, a rede criada por Mark Zuckerberg, a mais popular hoje no Brasil, saltou de 8,8 milhões para mais de 80 milhões de usuários nestes quatro anos.
E os debates políticos já estão volumosos nestes sites, mesmo a mais de um mês do início efetivo das campanhas. Em maio, Dilma Roussef foi um dos temas mais comentados, segundo levantamento do Observatório das Eleições, da UFMG. A presidente chega a ter até 10 vezes mais menções na web em um dia do que seu principal adversário político, senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à presidência da república, segundo o coordenador do projeto, professor de ciência da computação, Wagner Meira.
Dentro do escopo de temas que monitoramos, que inclui partidos, pré-candidatos e outros assuntos relativos a política, ela tem sido mais frequente, seja para apoiar ou criticar também. Há muitas menções pejorativas. Em geral, o tráfego associado a Dilma tem em torno de 300 a 500 mensagens por hora, enquanto que o tráfego de mensagens associadas tanto a Aécio quanto a Eduardo Campos (pré-candidato PSB) gira em torno de 150. Há um volume ligeiramente maior associado ao tucano”, diz.
Politização
Mas será que “curtindo”, “comentando” ou “compartilhando” estes temas as pessoas estão se tornando mais politizadas? Será que o debate na internet pode refletir nas urnas? Na avaliação de Wagner Meira ainda não foi possível perceber “um movimento de discussão propositiva nas redes sociais”. Segundo ele, as redes têm “funcionado muito mais como caixa de ressonância de fatos difundidos pela mídia, falas dos pré-candidatos e denúncias”.
A professora da UFMG, pesquisadora do Centro de Convergência de Novas Mídias da universidade, Geane Alzamora, tem opinião semelhante. “As mídias sociais, em si, não tornam as pessoas mais politizadas. Mas as interações sociais ocorrem cada vez mais mediadas pela internet e veículos de massa. E o que estas tecnologias fazem é ampliar um debate que é próprio da sociedade em cada momento”, diz.
A professora ainda avalia que, dificilmente, alguém mude suas convicções políticas mediante conteúdos com os quais tem contato nas redes sociais. “Só curte e compartilha alguma coisa quem já pensa igual ao que está sendo posto”, pontua.
Internet é mais eficaz para falar com o jovem
O cientista político e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Paulo Roberto Figueira Leal, coloca um outro ponto de vista sobre o debate político na web. Ele diz que as redes sociais têm o poder de atingir mais eficazmente alguns segmentos do eleitorado, como os jovens, do que as mídias tradicionais, como jornal, rádio e TV.
Segundo ele, as redes sociais colocam esse jovem em contato com um debate que ele talvez não faria fora dali. “Existe a possibilidade dessas redes serem uma porta de entrada para as pessoas numa discussão política que não teriam habitualmente nos seus contextos sociais”, explica.
Contudo, ele acha difícil avaliar se essas informações que circulam no Twitter e no Facebook, podem de fato influenciar posturas políticas e gerar efeitos, por exemplo, no voto do eleitor. “Essa resposta não pode ser homogênea, porque as reações não o são. Algumas pessoas podem apenas curtir e compartilhar, outras vão ampliar o debate e aprimorar o entendimento político”, diz.
O cientista social e professor da PUC Minas, Robson Sávio Reis, também concorda que as redes sociais na internet têm grande potencial de aumentar o debate e a participação das pessoas na política. “O hábito de leitura das pessoas é muito pequeno, mas elas leem o que está no Facebook e no Twitter e isso pode motivar discussões”, diz.
Horizontalidade
Robson ainda argumenta que a comunicação pela in[/LEAD]ternet é horizontal, ou seja, todos podem ser produtores e, ao mesmo tempo, receptores de conteúdo, o que já seria um grande valor. “Mesmo considerando que as redes sociais também são um lugar de fofocas, notícias e informações inverídicas, há uma ampla liberdade para que as pessoas possam argumentar, criticar, colocar outros pontos de vista sobre aquela informação. O leitor das rede sociais vai se habituando com o fato de que o que está ali é passível de uma análise. É diferente daquele espectador de TV, por exemplo, que recebe a informação de forma mais passiva, como se fosse uma verdade, sem poder interagir ou contestar. Isso produz mais distorção”, reflete.
Contudo, o professor acredita que uma denúncia, uma montagem pejorativa ou uma informação positiva sobre um ou outro candidato na internet não é capaz, isoladamente, de definir as escolhas políticas do cidadão.
Militância digital produz ataques e difamações
Ataques, conteúdos difamatórios, perfis falsos, inverdades. A artilharia na internet está direcionada a todos os pré-candidatos e partidos, motivando inúmeras ações na justiça.
O especialista em marketing político Daniel Machado diz que grande parte destes conteúdos são produzidos por militância digital, muitas vezes contratada. “Como ataque, tem os que usam da crítica, do humor e da sátira para chamar a atenção. Há ainda atuação no sentido de promover, fazer propaganda e mostrar os pré-candidatos”, comenta.
Campanha
Para conter o “jogo sujo” na rede, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançou uma campanha por eleições limpas na internet. Nesta terça-feira, dia 03, a entidade promove um ato em Brasília para tentar estabelecer um compromisso entre partidos, entidades e órgãos do Judiciário, além de responsáveis por provedores de internet e redes sociais, por uma campanha sem “baixarias” e sem “ataques gratuitos” na web, conforme afirmou o presidente da OAB Marcus Vinícius.
A intolerância e a violência verbal devem ceder espaço ao debate democrático sobre qual projeto de nação que queremos”, defendeu.
Campanhas darão atenção especial à rede
Apesar de a propaganda eleitoral em Rádio e TV ser ainda para a maioria das pessoas a principal forma de se inteirar das campanhas, a internet é imprescindível numa estratégia de busca de votos. “Não há qualquer possibilidade de uma força política negligenciar essas novas tecnologias”, diz o cientista político Paulo Roberto Figueira Leal.
Para os partidos que polarizam a disputa eleitoral, tanto em nível nacional quanto regional, PT e PSDB, mais do que nunca as redes sociais devem receber grande atenção. “As redes são estratégicas e prioritárias para o partido”, diz o deputado estadual Ulysses Gomes, secretário de comunicação do PT. Segundo ele, a legenda tem uma ação planejada para a internet, focando na apresentação e discussão de propostas, mas também responderão aos ataques.
“Nossa visão é de que muito do conteúdo que circula é provocativo, até injusto, mas que ao mesmo tempo levanta o tema. Tudo tem sido oportunidade para responder. Nós temos o que mostrar”, afirma.
O deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB) diz que as redes sociais terão atenção destacada este ano na estratégia do partido, tanto na disputa nacional quanto regional. “Estamos procurando mobilizar todo o partido e simpatizantes para criarmos uma grande rede para divulgação de conteúdo, das nossas ideias, para que possamos ter uma comunicação mais efetiva. Esse esforço vem crescendo a cada dia e consideramos que vem rendendo bons dividendos políticos. Outra particularidade é que hoje existem muitos ataques, denúncias sem fundamento e estamos preparados para responder com conteúdo, para mostrar a falta de credibilidade desse tipo de coisa”, conclui.
A preocupação com campanha na rede é mesmo fundamental, na opinião do especialista em marketing político Daniel Machado. Ele avalia que, nas últimas eleições presidenciais, o fato de Dilma Rousseff não ter ganhado em primeiro turno por poucos pontos percentuais pode ter relação com a negligência da campanha com a internet.
Os temas aborto e religião foram ignorados pela equipe responsável pela campanha das redes sociais da candidata Dilma. O assunto tomou conta de muitas páginas, comentários, charges”, lembra. “Muitos assuntos não vão para TV, mas irão para as redes”, acrescenta.

Nota da Executiva Nacional do PSDB pela morte de Sérgio Guerra

A Executiva Nacional do PSDB comunica, com pesar, a morte,  aos 66 anos, do deputado federal e ex-presidente do partido (2007 a 2013), Sérgio Guerra. O deputado morreu na manhã desta quinta-feira (6), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se tratava de uma pneumonia, que agravou-se nos últimos dias.  Além de presidir a Executiva Estadual do PSDB em Pernambuco, Sérgio Guerra era o presidente nacional do Instituto Teotônio Vilela (ITV) e do diretório da legenda em Pernambuco.

Sérgio Guerra filiou-se ao PMDB em 1981 e, no ano seguinte, foi eleito deputado estadual. Em 1986, pelo PDT, reelegeu-se para novo mandato à Assembleia Legislativa . Em 1989 filiou-se ao PSB e ocupou os cargos de Secretário estadual de Indústria Comércio e Turismo  e de Ciência e Tecnologia no governo Miguel Arraes. Foi eleito deputado federal em 1990, reelegendo-se em 1994 e 1998.

Reassumiu, entre 1997 e 1998, a Secretaria de Indústria e Comércio, no último mandato de Miguel Arraes. Em 1999, deixou o PSB e ingressou no PSDB, partido que presidiu e onde ficou até a morte. Participou do primeiro governo Jarbas Vasconcelos, ocupando a Secretaria Extraordinária.

Guerra tornou-se senador da República, por Pernambuco, em 2002, com 1.675.779 votos. Na eleição à presidência da República, em 2006, foi coordenador da candidatura tucana do governador Geraldo Alckmin.

Em 23 de novembro de 2007, Sérgio foi eleito presidente do PSDB, substituindo Tasso Jereissatti. Sérgio ocupou o posto até 18 de maio de 2013. Em sua gestão, Sérgio modernizou o processo de comunicação do PSDB, investiu de forma inteligente em mídias sociais (Facebook e Twitter) e incrementou o diálogo do partido com os diversos segmentos da sociedade (jovens, mulheres, minorias, sindicalistas).