Categoria: Educação

Rodrigo de Castro discute nomeação para reitoria da UFOP com o ministro Mendonça Filho

O deputado Rodrigo de Castro esteve reunido na última terça-feira (02/08) com o ministro da Educação, Mendonça Filho, e com a professora Cláudia Marliére, candidata mais votada para a reitoria da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Sua indicação precisa agora ser confirmada pelo presidente Michel Temer.

O ministro imediatamente fez a indicação do nome dela ao presidente. A nomeação será muito importante para firmarmos uma parceria que irá garantir especialmente melhorias no campus da UFOP em João Monlevade“, destacou o deputado.

Rodrigo de Castro destacou ainda que, juntamente com a professora Cláudia, a prefeita de João Monlevade, Simone Moreira, e o deputado Tito Torres, será possível dar continuidade ao fortalecimento do campus da UFOP na cidade.

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Pesquisas colocam a educação brasileira em alerta

O Fórum Econômico Mundial divulgou na semana passada um dado extremamente preocupante para o futuro do Brasil. Nosso país está entre os piores do mundo na qualidade do ensino de matemática e ciências.

Ocupamos apenas a 133ª posição num ranking que avaliou 139 países. Perdemos duas posições em relação ao levantamento anterior de 2014. Na avaliação geral, ocupamos o lugar de número 131, que também não é nada animador.

No governo do PT muito se falava que a nossa educação estava avançando, mas tudo não passava de propaganda falsa.

Houve um olhar maior para o ensino superior, mas a base foi completamente abandonada. Outro dado que comprova isso indica que, em Minas Gerais, 40% dos alunos que chegam ao terceiro ano do ensino médio nem sequer se inscrevem no Enem. Acredito que no restante do Brasil não seja diferente.

Ou seja, falta todo tipo de estímulo para que os alunos se envolvam com os estudos e procurem alcançar uma vaga na universidade. Não há investimento na valorização e melhor preparação dos professores.

Com relação ao mal desempenho do Brasil em matemática e ciências, qualquer professor de ensino médio percebe e atesta que os estudantes brasileiros não recebem a base que precisariam nos primeiros anos do ensino.

Um ponto muito grave de tudo isso é que o ensino de matemática e ciências está diretamente relacionado à formação de bons profissionais em áreas técnicas, como engenharia e tecnologia de informação, ocupações fundamentais hoje em dia.

O próprio Ministério da Educação reconhece que, nos últimos anos, houve uma queda significativa no investimento na educação básica. A prioridade foi a educação superior.

Não estou criticando os investimentos nas universidades, nem o maior acesso dos nosso jovens às faculdades, mas precisamos realmente garantir que esse seja um direito de todos.

E que todos cheguem ao ensino superior com uma preparação de qualidade, para que possamos formar jovens com alta capacidade técnica, mas também preparados para questionar, refletir e debater assuntos diversos. Com isso, teríamos uma mão de obra extremamente preparada.

O novo governo brasileiro tem, pela frente, o desafio de reverter a lógica dos últimos anos, e investir também no início e no meio do processo.

Vamos em frente neste sentido porque, sem dúvida, esse seria o caminho certo para o Brasil.

Brasil não consegue melhorar a qualidade de ensino oferecida aos jovens

Uma pesquisa divulgada nos últimos dias pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) trouxe um dado muito preocupante para a educação brasileira. Nossos estudantes apresentam um péssimo desempenho em matemática, ciências e leitura. Esse dado nos convida à reflexão sobre a qualidade do ensino que temos oferecido aos nossos jovens.

De acordo com a pesquisa, os estudantes brasileiros têm a segunda pior performance em uma lista de alunos de 64 países de todo o mundo. Eles não têm capacidade elementar para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências.

O relatório, intitulado “Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?”, baseia-se em dados de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da própria organização.

Dos 64 países analisados, o Brasil ficou na frente apenas da Indonésia. Em termos percentuais, o País é o décimo pior avaliado, atrás de Catar, Peru, Albânia, Argentina, Jordânia, Indonésia, Colômbia, Uruguai e Tunísia.
Outra constatação do estudo é de que o Brasil está entre os mais desiguais do mundo no que diz respeito à diferença de desempenho entre estudantes de classes sociais altas e baixas.

Entre os motivos apontados pela Organização para o mal desempenho do Brasil está a inclusão de muitos estudantes no sistema educacional do Brasil nos últimos 15 anos.

Mas é exatamente neste ponto que faço minha reflexão: estamos levando nossas crianças para a escola, quase todas têm vagas garantidas, mas elas realmente estão aprendendo alguma coisa?

Garantir um bom desempenho, uma boa base e uma escola atrativa para as crianças menores é fundamental para que elas tenham interesse e se sintam motivadas a continuar a estudar. Levar os jovens ao ensino médio ainda é um grande desafio do Brasil.

Apesar da péssima colocação do Brasil, o país tem registrado avanços. Por exemplo, houve uma melhora de 18% no nível de matemática dos nossos alunos. Vale lembrar que esses avanços vêm sendo registrado há muitos anos, desde o governo do presidente Fernando Henrique.

O problema é que, nos últimos anos, temos avançado a passos muito curtos. Temos ainda um grande déficit com relação ao restante do mundo.

Nossos governantes deveriam observar com atenção os dados da pesquisa e definir a educação como uma prioridade absoluta. Isso só tem acontecido nos discursos e na propaganda oficial do PT.

A OCDE recomenda que os governos nacionais identifiquem os estudantes com baixa performance e que tenham uma estratégia especial para eles. Além disso, são necessárias outras ações como o estímulo ao ingresso escolar cada vez mais cedo e o envolvimento das famílias nas ações escolares.

As iniciativas do Brasil neste sentido são muito tímidas. Mas é urgente que mudemos isso. Nossos jovens precisam e devem acompanhar o ritmo do restante do mundo.

Brasil ainda tem grandes desafios para vencer o analfabetismo, mesmo com os avanços

A data de hoje – Dia Nacional da Alfabetização – é um convite para refletirmos sobre o enorme desafio que nosso país ainda tem pela frente e sobre os bons exemplos que temos no combate ao analfabetismo. Nos últimos anos, conseguimos reduzir consideravelmente o número de brasileiros que não sabem ler e escrever. Desde 2004, houve queda de 3,2 pontos percentuais, de 11,5% para 8,3% de analfabetos entre a população brasileira. Em números absolutos, no entanto, a questão parece mais complexa: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda hoje 13 milhões de brasileiros são analfabetos.

Um caminho para o Brasil vencer o analfabetismo é aproveitar bons exemplos de alguns estados e municípios. Minas Gerais é um desses casos. Alcançou bons resultados na alfabetização de seus alunos de oito anos. Em 2014, o nível de letramento recomendável foi alcançado por mais de 90% dos estudantes que participaram do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa). O teste começou a ser aplicado em 2006.

O resultado indicou que 92,3% dos alunos sabiam ler, escrever, interpretar e fazer uma síntese de texto. Em 2006, os testes apontavam que apenas 48,6% dos alunos alcançaram esse índice.

Um dos maiores responsáveis pela evolução dos alunos mineiros foi o Programa de Intervenção Pedagógica, criado em 2007, no governo Aécio Neves. O princípio básico foi a atuação integrada de analistas educacionais. Foi desenvolvido um trabalho de visitas regulares e acompanhamento escolar para orientar o plano pedagógico de cada escola. Para planejar as ações, eram utilizados exatamente os resultados de avaliações como o próprio Proalfa, que ajudavam a definir quais escolas precisavam de mais atenção, em quais disciplinas e em quais séries.
Outro bom exemplo vem do Ceará, especificamente de Sobral, cidade em que, até 2013, 48% das crianças até os sete anos não eram alfabetizadas. Para combater o problema, o município elaborou um plano de gestão, focado na redução da evasão escolar, valorização do professor e meritocracia.

O projeto deu tão certo que Sobral virou referência no estado do Ceará e também nacional. No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), avaliação do Ministério da Educação, Sobral já alcançou a meta prevista para 2021.

Não há nenhuma receita mágica. O foco e o empenho garantiram o sucesso. Pequenos gestos como um representante da escola ir até a casa do aluno, caso ele não apareça à aula, ou o envio do conteúdo ensinado em aula para os pais, quando o aluno esteve doente, por exemplo, fizeram muita diferença. A evasão escolar foi praticamente zerada.
A capacitação dos professores também foi fundamental. Eles passaram a se reunir mensalmente para discutir o material didático e desenvolver conjuntamente um plano de aula.

Esses exemplos são muito relevantes porque a qualidade do nosso ensino também precisa ser avaliada. Em setembro deste ano, o Ministério da Educação divulgou a Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) e um dado preocupante apareceu: 34,34% dos nossos alunos do 3º ano do ensino fundamental têm rendimento inadequado em escrita e 22,07% apresentam resultados abaixo do esperado em leitura.

O 3º ano é a etapa em que a alfabetização termina nas escolas brasileiras. A avaliação indicou que uma, em cada cinco crianças brasileiras com oito anos de idade, não sabe ler. E apenas uma, em cada três, consegue produzir um texto curto e compreensível.

Esses números indicam que o Brasil tem uma dívida enorme com suas crianças e jovens. É absurdo pensar que, ainda no ano de 2015, 13 milhões de brasileiros não podem ter o prazer de ler um livro, se informar com os jornais, além de enfrentar dificuldades com documentos e até mesmo para tomar um ônibus.

Bons exemplos nós temos, mas são casos isolados. É necessário que o Governo Federal assuma a questão da educação como prioridade e tenha mais foco na gestão e nos resultados. Só assim conseguiremos erradicar o analfabetismo, um mal que não deveria existir ainda nos dias de hoje.

Deputado Rodrigo de Castro discute nomeação para reitoria da UFOP com o ministro Mendonça Filho

O deputado federal Rodrigo de Castro foi homenageado na última sexta-feira (03/03) pelo Hospital Nossa Senhora das Dores, em Ponte Nova. A iniciativa do corpo administrativo da instituição foi um reconhecimento à parceria do parlamentar junto ao Hospital que, nos últimos anos, tem atuado fortemente a favor do Hospital, inclusive com liberação de emendas. Durante a cerimônia foram liberados de R$ 8 milhões, obtidos pelo deputado junto à Caixa Econômica Federal.

Não há satisfação maior para um deputado do que ver, de perto, que seu trabalho está ajudando a melhorar a vida das pessoas e, em uma cidade tão especial para mim, como Ponte Nova, é melhor ainda. Com esses recursos que conseguimos junto à Caixa,o Nossa Senhora das Dores poderá continuar oferecendo o atendimento de qualidade que presta há tantos anos”, destacou Rodrigo de Castro.

As emendas parlamentares apresentadas pelo deputado a favor do Hospital Nossa Senhora das Dores possibilitaram a modernização das instalações e a melhoria no atendimento com a compra de diversos equipamentos. Rodrigo de Castro também garantiu recursos importantes para o Nossa Senhora das Dores junto ao Governo do Estado, o que possibilitou inclusive a construção do prédio do Centro do Câncer e a UTI Neonatal.

Fico mais emocionado com a homenagem porque ela também foi extensiva a meu pai, Danilo de Castro, que começou nossa parceria com o Hospital e sempre atuou a favor da saúde de Ponte Nova e toda região da Zona da Mata”, afirmou o deputado.

Durante a solenidade, a administração do Hospital anunciou que um retrato do ex-secretário de Governo e ex-deputado Danilo de Castro seria colocado na galeria de honra do Hospital. Há mais de 20 anos um novo quadro não era adicionado à coleção, que traz fotos dos principais médicos e personalidades que atuaram a favor do Nossa Senhora das Dores.

A solenidade, presidida pelo provedor Doutor Francisco Rodrigues da Cunha Neto, contou ainda com a presença dos ex-prefeitos de Ponte Nova, Antônio Bartolomeu e Zezé Abdala, e Jéferson, de Santo Antônio do Grama, além do deputado estadual Roberto Andrade.

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Artigo: Ensino de qualidade

É preciso construir uma educação de excelência para todas as crianças e jovens, se quisermos eliminar as desigualdades sociais

Publicação: 25/02/2014
Fonte: Jornal Estado de Minas

A deficiência da educação em nosso país sempre foi o principal entrave do sonho do Brasil de se tornar uma nação desenvolvida. Se, a partir dos anos 1990, conseguimos universalizar o ensino, colocando praticamente todas as crianças na escola, no quesito qualidade ainda há um longo caminho a ser percorrido. Apesar dos investimentos em educação terem crescido nos últimos anos, a qualidade de ensino não acompanhou o aumento destes gastos. O Brasil ficou em penúltimo lugar no ranking mundial de educação realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU). Um vexame.

Em Minas, a partir da eleição de Aécio Neves e durante a gestão de Anastasia, foi empreendido um monumental esforço no sentido de melhorar a nossa educação. Para isso, já em 2004, Minas foi o primeiro estado do país a colocar as crianças aos 6 anos de idade na escola pública estadual.

Em 2006, o governo de Minas implantou o programa de avaliação de alfabetização (Proalfa), que consiste na aplicação de um senso em todas as escolas públicas estaduais e municipais do estado com o objetivo de avaliar leitura, escrita, interpretação e capacidade de sintetizar texto dos estudantes, com idade de oito anos, matriculados no 3º ano do ensino fundamental. Ou seja, busca-se avaliar a qualidade da alfabetização de nossas crianças de forma individualizada.

No ano seguinte, em 2007, com base nos dados do Proalfa, foi criado o Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), que, com o objetivo de amparar, as escolas passam a ser acompanhadas, visitadas, têm seu plano pedagógico aprimorado, são auxiliadas na elaboração de projetos, os professores são capacitados e os alunos têm atividades sugeridas. Tudo isso feito por equipes de especialistas em educação. No ano passado, por meio de uma parceria, o PIP foi oferecido às escolas municipais de todos os municípios de Minas.

O Proalfa atesta um expressivo aumento na qualidade de educação da rede estadual de ensino de 2003 a 2006. Naquele ano, o percentual de alunos no padrão recomendado de letramento em língua portuguesa, era de 48,6%. Neste último, o percentual foi de 92,3%, sendo que apenas 5% dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental da rede estadual não fizeram as provas.

Esses instrumentos melhoraram a avaliação da situação do ensino e deram precisão às ações nessa área. O resultado é demonstrado de maneira clara na última avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), realizada pelo governo federal, onde Minas alcançou o índice 6 nos anos do ensino fundamental, padrão considerado pelo MEC como média de país desenvolvido; fazendo de Minas o primeiro e único estado do país a alcançar esse índice.

Segundo a secretária de Educação de Minas Gerais, Ana Lúcia Gazzola, a posição do estado “é reflexo da dedicação de alunos matriculados num sistema público de ensino que preza cotidianamente a qualidade”.

É positivo para nós mineiros saber que as ações empreendidas nos últimos 11 anos na área de educação elevaram o nosso ensino público à condição de melhor do país, no entanto ainda estamos muito longe do cenário ideal. É preciso construir uma educação de excelência para todas as crianças e jovens se quisermos efetivamente eliminar as desigualdades sociais e elevar o Brasil ao status de potência mundial.

Rodrigo de Castro
Deputado Federal (PSDB/ Minas Gerais)

Artigo: A economia do conhecimento

É hora da transição de sociedade industrial para a do conhecimento. Ciência, tecnologia e inovação são os propulsores da nova ordem global.

Publicação: 11/02/2014
Fonte: Jornal Estado de Minas 

O Brasil precisa urgentemente superar a transição da sociedade industrial para a do conhecimento, a exemplo dos países asiáticos. Ciência, tecnologia e inovação são os propulsores da nova ordem global, impactando diretamente no desenvolvimento econômico e social dos povos e poderio militar das nações.

Nesse contexto, a inserção do Brasil no cenário mundial deve ser objeto de reflexões, e só poderá avançar caso exista uma ampla articulação dos diferentes setores da sociedade que requerem atitudes mais contundentes.

Como em uma construção, inicia-se o alicerce, o ensino básico, ensino fundamental e médio, que devem ser amplamente aperfeiçoados. Se nos últimos anos conseguimos a universalização do acesso ao ensino, continuamos patinando nos índices de qualidade. Além da melhora nas matérias tradicionais, é preciso introduzir a cultura do empreendedorismo nessa fase do ensino e não somente nas universidades.

As nossas universidades têm gerado mais produção cientifica, porém, mesmo com grandes instituições como a USP, Unicamp, UFV e UFMG, não temos ainda uma universidade de classe mundial. Além disso, há muita falha na articulação das instituições de pesquisas, universidades e escolas técnicas com a iniciativa privada e o poder público, que ainda “presenteia” esses atores com uma infraestrutura ridícula e uma burocracia sufocante.

A participação da iniciativa privada em pesquisa e desenvolvimento em nosso país ainda é pequena se comparada a outras nações desenvolvidas como EUA e Coreia do Sul. Além disso, falta incentivo do governo, inclusive para promover a internalização da base produtiva estrangeira na geração de conhecimento técnico e tecnológico no Brasil, para que o país possa superar a marca de 2,7% da produção cientifica mundial e 1,3% das exportações, números muito pequenos para um país que deseja ser uma potência mundial.

Não temos que ter complexo de vira-latas quando o assunto é inovação e tecnologia. Quando há esforços e articulação, conseguimos vencer. Exemplos são a nossa indústria aeronáutica, em que a Embraer é destaque mundial, e o agronegócio, que com inestimável auxílio da Embrapa bate seguidos recordes de produtividade. Por outro lado, iniciativas bem-vindas, como o Ciências Sem Fronteiras – que promove a ida de estudantes universitários a instituições estrangeiras –, carecem de articulação com a nossa indústria.

Em Minas, nos últimos anos, essa cultura do conhecimento e do fomento à ciência e tecnologia tem se intensificado. Nós temos o Sistema Mineiro de Inovação (Sime); a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), que está cada vez mais fortalecida, visto que, com a coragem de Aécio Neves e Antonio Anastasia, 1% de receita do estado é destinada a essa importante instituição, que, desse modo, conseguiu financiar projetos fundamentais para a geração de conhecimento por meio das universidades e sua utilização atendendo as demandas específicas das empresas; e iniciativas como o Programa Mineiro de Empreendedorismo (PMEPG), que visa aproximar mercado e instituições de pesquisa e a disseminação da cultura do empreendedorismo e invoice nas universidades mineiras.

Minas Gerais ainda tem muito a avançar, como nos parques tecnológicos de Itajubá e Viçosa, que ainda engatinham, e de Belo Horizonte, que luta para crescer. Também nossa participação nas incubadoras brasileiras, de 8%, é muito modesta para quem se propõe liderar essa corrida do conhecimento. Como diz o secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, professor Evaldo Ferreira Vilela, “com determinação e compromisso temos como avançar na economia do conhecimento em prol das próximas gerações”.

UFMG bate recordes em descobertas científicas patenteadas

A Universidade Federal de Minas Gerais bate recorde em descobertas científicas patenteadas. Foram 76 só em 2012. Esse número vem crescendo desde 1992, quando ocorreu o primeiro registro. A instituição acumula hoje quase 600 patentes, um recorde que a coloca entre as três maiores geradoras de tecnologia do país.

Especialistas atribuem esse avanço no campo científico ao crescimento da pós-graduação, que vem se consolidando de maneira marcante. Os programas de doutorado têm alcançado altos índices de avaliação, vindo, desta forma, justificar o nível internacional dos projetos.

Minas Gerais pode ser orgulhar de ter um centro de excelência científica que supera as expectativas a cada ano. De lá saem inovações tecnológicas que possibilitam novos rumos ao País. Sinto orgulho de ser egresso dessa grande instituição. O Estado de Minas está de parabéns.

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