Mês: dezembro 2012

Mineiro Que Soma – Sargento do Corpo de Bombeiros, Carlos José Gomes, idealizador do grupo de teatro Pelotão 193, que realiza apresentações de peças com temáticas de prevenção a acidentes em troca de alimentos não perecíveis

Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditam na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Nosso Mineiro que Soma desta semana é a Carlos José Gomes, que começou a fazer a diferença com apresentações de peças, com temáticas de prevenção a acidentes, em troca de alimentos não perecíveis. A solidariedade, a informação e a diversão andam juntas nesse projeto social.

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Mineiro Que Soma – Marco Aurélio Corrêa, mesmo sendo cadeirante e enfrentando sérias dificuldades financeiras, conseguiu fundar a ONG Arte em Viver, que atua no combate às drogas


Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditam na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Nosso Mineiro que Soma desta semana é a Marco Aurélio Corrêa, que não permitiu que a cadeira de rodas, as dificuldades financeiras e outros problemas graves o impedisse de fazer a diferença em Minas. Apesar de todas as adversidades, ele criou a ONG Arte em Viver.

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Mineiro Que Soma – Ângelo Miranda, voluntário do projeto de leitura para deficientes visuais da Biblioteca Pública de Belo Horizonte

 

Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditam na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Nosso Mineiro que Soma desta semana é o Ângelo Miranda, que descobriu que, depois de trabalhar muito na vida, podia emprestar a visão e a voz para quem ainda quer construir uma vida, uma carreira. Esse Mineiro que Soma passou a ser voluntário do projeto de leitura para deficientes visuais da Biblioteca Pública de Belo Horizonte.

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Mineiro Que Soma – O casal Luzia e Rogério, pais voluntários da ONG Família Down, que batalham por uma vida mais digna para os portadores da síndrome

Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditam na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Nosso Mineiro que Soma desta semana é casal Luzia e Rogério, que batalham por uma vida mais digna para os portadores da síndrome, apoiando e orientando familiares, responsáveis, cuidadores, profissionais e a sociedade. O casal Luzia e Rogério Pereira Zolini está entre esses pais que fazem de tudo para que famílias, sobretudo as mais pobres, possam oferecer uma realidade mais inclusiva para quem nasce nessa condição especial.

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Convivência e solidariedade

Fonte: Jornal Estado de Minas
Data de Publicação:  25/12/2012

Se tudo não recomeçou no último dia 21, como prenunciavam os Maias, seria bom que recomeçasse agora, com o espírito de compreensão e fraternidade característicos da festa de Natal. Seria um novo renascimento da humanidade sob o signo da ideia que inspirou o cristianismo: a solidariedade ante o individualismo das pessoas.

O capitalismo, sistema econômico que se mostrou capaz de gerar a produtividade e o crescimento das sociedades contemporâneas, tem como valor supremo o lucro e, como meio de alcançá-lo, a competição entre as organizações. Como é cada vez mais forte a identificação do ser humano com a organização (o homem é a organização a que pertence), válido é concluir que essa competição se estabelece no nível das pessoas.

Fato também é que, por força da velocidade da vida moderna, consequência natural do próprio sistema, o indivíduo corporativo convive cada vez menos com o seu grupo familiar ou social, tornando-se menos comunicativo, com pouco diálogo e troca substantiva de experiências.

Por outro lado, a educação, voltada mais para o mercado do que para o ser humano, assume, para si, o compromisso de entregar profissionais preparados para concorrer, produzir e garantir lucro para as suas organizações.
Tem-se, assim, a configuração do homem do século 21: egoísta e competitivo. Consequência disso é uma restrição da consciência coletiva, fator preponderante da noção do bem comum e da solidariedade. A percepção do mundo em volta é que leva o indivíduo a atuar em seu ambiente social. As condicionantes da vida moderna, que fissuram o homem na corporação e no sucesso profissional, limitam a apreensão do coletivo e obliteram a capacidade de interação.

O fundamento da solidariedade são os laços que ligam os homens entre si, e pode ser entendido como um processo autoativo, de dentro para fora, que impulsiona os seres humanos a se ajudarem mutuamente. É um pouco diferente da cooperação, que é uma relação de ajuda com reciprocidade, eleição de métodos e definição de objetivos comuns.
Alguns estudiosos consideram que a solidariedade tem correlação com o comportamento desenvolvido pelo homem primitivo para garantir a sobrevivência do grupo. Mostra-se, assim, como uma característica do ser humano condicionada por fatores biológicos relacionados com a fase evolutiva do “homo erectus”, em que o homem se levantou do chão e liberou as mãos. E o fez para comunicar-se. Levantou-se para ver o mundo e enxergar o outro; liberou as mãos para defender-se melhor, mas também para abraçar e interagir com seu semelhante.

Segundo Guiomar Albanesi, importante liderança do movimento voluntário de S. Paulo, presidente do Serviço Social Perseverança, “solidariedade é o amor em movimento”. O amor é a percepção do outro; e movimento, o impulso de interação para entender a realidade do outro e dela participar.

Se o homem de nossos dias carrega fatores biológicos de predisposição à ajuda de seus semelhantes e se isso se mostrou fundamental na sobrevivência da espécie humana e, por outro lado, o sistema produtivo em que o homem se insere condiciona-o a uma consciência coletiva mais restrita, mostra-se necessário um esforço da sociedade no sentido do fomento da cultura da solidariedade, tão importante na reparação dos desequilíbrios que o capitalismo vai deixando pelo caminho.
Esse esforço inclui a aprovação de medidas legais que estimulem as empresas a se engajarem em projetos sociais que extrapolem o seu âmbito de atuação, ajudadas por incentivos fiscais ou apenas por opção de marketing; a criação de campanhas destinadas à formação de uma consciência de solidariedade; estímulos ao voluntariado; divulgação e apoio do trabalho dos empreendedores sociais; e outras ações em que se reconheça que o estado sozinho não constrói cidadania. Precisa de todos. Que o Natal e o ano-novo sejam um recomeço com mais consciência social e solidariedade. Feliz 2013.

Rodrigo de Castro, deputado federal e secretário-geral do PSDB

Fim de ano não é fim, é começo.

 

Fim de ano não é fim, é começo.

O espírito humano é tão impregnado desse sentimento que quase tudo, em dezembro, é luz, sinal da vida, fé e esperança.  E, como que a eliminar de vez o sentido de fim, lá está, no dia 25, a festa de Natal, que é começo, o começo que influenciou toda  a humanidade e que transforma o dezembro na manjedoura onde nasce o ano-novo e está nascendo agora o 2013.

 Meu abraço a todos os colaboradores e seguidores,que são efetivamente a nossa única chance de renovar e crescer.

 

Rodrigo de Castro
deputado federal e secretário-geral do PSDB