Mês: novembro 2012

Mineiro Que Soma – Maurício Ribeiro ensina informática para idosos

Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditaram na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Hoje você vai conhecer um mineiro que não só se preocupa em somar, mas também em multiplicar. Ele coordena um projeto que oferece cursos de informática para pessoas acima de 60 anos. Maurício Ribeiro sabe bem como essa ação pode mudar a vida de um idoso.

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Mineiro Que Soma – A nutricionista Isabel tem feito a diferença coordenando um lar de idosos

Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditaram na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Apresento hoje uma mineira que compõe os 25% da população brasileira que formam o exército de voluntários do nosso país. A nutricionista Isabel Cristina Miranda Pinheiro tem feito a diferença, coordenando uma ação social no Lar dos Idosos São José, no Bairro Luxemburgo, em Belo Horizonte.

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Projeto ArtEducação Digital, edição BH, percorre nove escolas e entrega certificados

Nos dias 28 a 30 de novembro, a equipe da ONG Humanizarte percorreu nove escolas belo-horizontinas para entregar aos 500 alunos os certificados de conclusão da primeira fase do curso do projeto ArtEducação Digital, que tem como principal objetivo a inclusão e a educação por meio da arte.

De acordo com o idealizador do projeto e presidente da ONG Humanizarte, Marcelo Andrade, as aulas são ministradas em horários alternativos e por professores especializados em técnicas digitais como vídeo, fotografia, animação e edição. “O projeto é patrocinado pelas secretarias de estado da Cultura e Educação de Minas Gerais e quem deu a ideia e lançou o desafio de fazermos uma edição em Belo Horizonte foi o deputado Rodrigo de Castro. Sua jovialidade, visão e atenção aos jovens fez com que o ArtEducação chegasse às escolas da capital”.

Para Rodrigo de Castro, grande incentivador e admirador do ArtEducação Digital, o conhecimento aliado à arte é uma das grandes possibilidades que o jovem tem para se inserir, socializar e até mesmo conquistar grandes oportunidades de trabalho. “Essa ideia, essa concepção fortalece a integração da arte, cultura e ação social. Permite aos jovens e à sua comunidade o estímulo ao aprendizado e chances para o mercado de trabalho”.

Estiveram presentes nas entregas dos certificados a equipe do Humanizarte (Marcelo Andrade, Virgínia Aguiar e Renata Maciel), diretores das escolas, professores, alunos e familiares, a sub-secretária de estado da Educação, Sônia Andére, e o sub-secretário da Regional do Barreiro, Wanderley Porto.

Conheça mais o projeto ArtEducação Digital. Acesse: www.arteducacao.art.br

Escolas participantes ArtEducação Digital – Edição BH:
Escola Estadual Paulo Diniz – Gameleira
Escola Estadual Maurício Murgel – Nova Suíça
Escola Estadual Aurino Morais – Barreiro de Baixo
Escola Estadual Juca Pinto – Universitários
Escola Estadual Afrânio Melo Franco – Santa Mônica
Escola Estadual Pandiá Calógeras – Gutierrez
Escola Estadual Pedro Franca – Olhos D’Água
Escola Estadual Álvaro Laureano Pimentel – Barreiro de Cima
Escola Estadual Menino Jesus de Praga – Venda Nova

Mineiro Que Soma – Rosemary mantém uma creche comunitária que tem feito a diferença

Mineiro Que Soma: Iniciativas de pessoas que têm feito a diferença com alguma ação social. Pessoas que acreditaram na possibilidade de fazer alguma coisa pelo Brasil, por Minas Gerais. Conheça esta semana a Rosemary que mantém uma ONG que tem feito diferença para a Maria do Carmo e outras 19 mães que precisam deixar os filhos em local seguro enquanto trabalham.

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O Brasil no reino da Espanha

Fonte: Jornal Estado de Minas
Data: 25/11/2012

Algumas coisas muito nos orgulham como brasileiros e, acima de qualquer divergência ideológica, faz bem reconhecê-las. Internamente, estamos vivendo um momento auspicioso para a democracia com a renovação de nossas lideranças municipais a partir de um processo eleitoral realizado sob a égide da lei da ficha limpa.

No contexto internacional, acabamos de receber da Espanha, na pessoa da presidente Dilma, o Colar da Ordem de Isabel, honraria que somente é concedida a personalidades que, de modo relevante, tenham contribuído para o bem da nação ou favorecido as relações de amizade e cooperação do país com o resto do mundo.
No dia anterior à referida condecoração, Dilma recebera telefonema do presidente do Egito reafirmando a importância da influência do Brasil junto à ONU no sentido de fazer cessar a escalada da violência na região de Gaza.

Em relação à Espanha, que vive grave crise econômica, o Brasil pôde levar a sua experiência e, ousadamente, prescrever receita de como superá-la: a combinação de austeridade com crescimento. Pode ser estranha essa atitude de aconselhamento a um país que, embora em situação de fragilidade, gera, para o seu povo, mais bem estar social que o país que aconselha.
Estranha, mas não sem fundamento. Poucos países viveram um processo tão exercitado e tão doloroso quanto o Brasil para encontrar o caminho do desenvolvimento. A luta contra a inflação durou seguidos anos e seguidos governos, tendo passado pelas diversas tentativas dos conhecidos planos econômicos, muitos dos quais surgidos da observação de outras economias e da inteligência iluminada de renomados técnicos e de políticos e dirigentes, como Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, que se dedicaram à missão de encontrar uma saída para o Brasil. E essa saída veio com o Plano Real que colocou o país em condições de começar a se construir democrática e economicamente, isto é, com riqueza e justiça social.

Por isso, está certa Dilma de oferecer à Espanha ou a qualquer outro país, do antigo e do novo mundo, a experiência do Brasil. E está certa a Espanha de recebê-la com altivez e debruçar-se sobre a nossa história contemporânea e descobrir nela o jeito brasileiro de superar as dificuldades. Está certo o Brasil de abrir-se e lançar-se ao mundo para dar continuidade a seu processo de desenvolvimento. Está certa a Espanha de dar passos em direção ao Brasil, um país de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e de 200 milhões de pessoas que precisam de infraestrutura – rodovias, ferrovias, portos e aeroportos; que precisam de avanços tecnológicos na área da informática e da comunicação. Está certo o Brasil de cobrar respeito a seus cidadãos, tantas vezes afrontados, em sua dignidade, pela gente da imigração espanhola. Está certa a Espanha de fazer apelo, pela voz do rei, para que haja mais espanhóis no Brasil. Eles precisam de nós assim como nós precisamos deles, nesse mundo globalizado moderno que não deixa outra possibilidade senão a da parceria.

Por um conjunto de fatores que vieram sendo construídos ao longo dos últimos vinte e cinco anos, entre os quais se evidencia o processo de conquista da estabilidade que ensejou, mais recentemente, o de inclusão social, o mundo passou a acreditar no Brasil e a contar com a sua colaboração na esfera internacional, intermediando soluções pacíficas e liderando ajudas humanitárias, a ponto de ganhar, ao lado do direito de postular uma cadeira na ONU, o status de parceiro desejado das grandes economias entre os quais passou a inserir-se. Parabéns a Dilma, quando busca cultivar esse bom momento do Brasil e a torná-lo duradouro e efetivo. Há que se ter um olho voltado para fora, em busca de bons negócios para o país. Mas há que se ter o outro olho voltado para dentro, para a nossa indústria que vem dando sinais de enfraquecimento; para a política econômica, cuja robustez vem sofrendo os abalos da improvisação e das soluções paliativas que apenas camuflam e adiam problemas cruciais; para a infraestrutura, cuja insuficiência e obsolescência concorrem para o aumento dos preços e para a falta de competitividade de nossos produtos; para o atendimento à saúde que hoje constitui pesadelo de nossas famílias; e, especialmente, para a educação, única variável capaz de colocar e sustentar o Brasil entre as grandes nações.

Com o olhar nessas duas direções, podemos invadir o reino da Espanha para levar o nosso conselho, mas também para trazer alguns exemplos.

Rodrigo de Castro, Deputado Federal e Secretário-Geral do PSDB

Incentivo ao desenvolvimento industrial nas pequenas cidades

Preocupado com as dificuldades que os municípios brasileiros de pequeno porte enfrentam para promover o desenvolvimento e, consciente de que o melhor caminho para superar esse problema é estimular as empresas a buscarem o interior para a instalação de suas fábricas e operação de seus negócios, e ali gerar emprego e renda, o Deputado Federal Rodrigo de Castro apresentou na Câmara o Projeto de Lei nº 1726/2011 que prevê a redução do Imposto de Renda, do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados para as empresas industriais instaladas e que se instalarem em municípios com até 15.000 habitantes.

Clique aqui e obtenha todas as informações sobre a proposta no site da Câmara Federal

Primeiro gol da Copa

Fonte: Jornal Estado de Minas
Data de Publicação:  15/11/2012

 

Além do nome, que é uma homenagem ao povo mineiro, e daquela imponente estrutura de concreto, tombada pelo patrimônio público, nada será igual ao quase cinquentenário Mineirão, dos tempos de Reinaldo, Tostão, Dadá Maravilha, Dirceu Lopes, Éder, Cerezo, Raul, Sorin e muitos outros craques que vivem no imaginário do futebol mineiro.

Não será o mesmo também o Parque da Pampulha que terá uma esplanada com 80 mil metros quadrados dedicados não somente ao futebol, mas ao esporte em geral, cultura e lazer.

O novo Mineirão, inspirado em monumentos como o Le Mans Stadium (na França), o Amsterdam Arena (na Holanda), o Life Stadium (nos Estados Unidos), é um projeto moderno, do ponto de vista de soluções de engenharia e do ponto de vista de soluções tecnológicas. Será dotado de cobertura especial autolimpante e de sistema de geração de energia elétrica a partir de painéis solares. Além de toda estrutura para a prática do futebol e atendimento ao torcedor, com 62 mil assentos, 80 camarotes, estacionamento para 4,1 mil veículos, terá ainda uma área de 7 mil metros quadrados para a atividade comercial.

Minas Gerais, e especialmente para BH, uma oportunidade de mudança do patamar de qualidade de vida das pessoas: a criação de novos equipamentos sociais – de esporte, cultura e lazer, que poderão ser usufruídos com mais segurança, conforto e acessibilidade; e a liberação do estado, por meio do modelo de concessão e compartilhamento de receitas, para maior atenção às outras áreas sociais de grande demanda, como a saúde e educação.O projeto, elaborado ainda no Governo de Aécio Neves, teve a orientação política desse grande líder, privilegiando a ideia do legado para a sociedade mineira, que é o que justifica os investimentos. Mais do que um evento de repercussão mundial, a Copa do Mundo teria que ser para

Para atingir esses objetivos, a elaboração do projeto foi precedida de extensa pesquisa de satisfação da população com o antigo estádio e de suas expectativas com as obras. E assim nasceu o novo Mineirão e as diretrizes para o modelo de gestão.

As receitas com os novos serviços a serem oferecidos pelo empreendimento – vendas das lojas, museu, bares, restaurantes, que terão funcionamento também independente do futebol, representarão funding estimado como suficiente para a criação de 03 hospitais com 120 leitos ou de 76 escolas com 15 salas de aula.

Técnico de grande experiência no setor público e político comprometido com o bom uso do dinheiro do contribuinte, o governador Antonio Anastasia, a quem coube levar adiante o desafio, tem a clara consciência de que a Copa, antes de tudo, deverá melhorar a vida das pessoas. Seu compromisso, em perfeita harmonia com a ideia inicial do projeto, é entregar à população um equipamento que lhe seja útil para a prática de futebol em tempo de futebol e para outras práticas sociais nos demais momentos da vida.

Uma clara expressão do zelo e compromisso do Governador com a conclusão da obra ainda este ano, é a recente nomeação de Thiago Lacerda como Secretário Extraordinário para a Copa do Mundo de Minas Gerais. Tiago Lacerda foi presidente do Comitê Executivo da Copa em Belo Horizonte, tendo, portanto, comprovada experiência nos assuntos ligados aos eventos esportivos programados para 2013 e 2014.

Às vésperas do Natal, será entregue aos mineiros, totalmente adequado às exigências da modernidade e da tecnologia, o Mineirão que os mineiros pediram. Fácil de chegar lá, de carro particular ou de transporte público. Fácil de estacionar. Confortável e seguro para o futebol. Onde se poderá comer bem. Onde se poderá conhecer e conservar a memória do esporte. Ambiente inclusivo, de respeito à diversidade. Multifuncional. Para lá, as famílias mineiras estarão voltando, para o engrandecimento do futebol mineiro e enaltecimento dos valores da gente dessa terra. Mineirão: o primeiro gol da Copa.

Rodrigo de Castro, Deputado Federal e Secretário-Geral do PSDB