Mês: fevereiro 2012

Governador Anastasia recebe lideranças do PSDB Mulher

Fonte: PSDB MG

O governador Antonio Anastasia recebeu nesta segunda-feira (27/02), no Palácio Tiradentes, a presidente nacional do PSDB Mulher, Thelma de Oliveira. Também participaram da audiência a vice-presidente nacional do PSDB Mulher, Eliana Piola; a presidente do PSDB de Minas Gerais, Lenita Nomam; e a advogada do PSDB Mulher Nacional, Luciana Loureiro.

No encontro, as tucanas falaram ao governador sobre o encontro nacional que o PSDB Mulher vai promover nos dias 18 a 20 de maio, em Belo Horizonte, que reunirá militantes do partido de todas as regiões do país.

Perspectivas para Aécio

Data de publicação: 28/02/2012
Veículo: Correio Braziliense
Perspectivas para Aécio


» Bertha Maakaroun
» Juliana Cipriani

Belo Horizonte – A disposição de José Serra (PSDB) de concorrer à Prefeitura de São Paulo, desarticulando a aproximação promovida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre o prefeito Gilberto Kassab (PSD) e a candidatura do ex-ministro Fernando Haddad, tem outro efeito a médio prazo: abre o caminho para o consenso no ninho tucano em torno da candidatura presidencial do senador Aécio Neves (PSDB-MG) em 2014. Essa é a avaliação de vários deputados federais do partido.

“Muda a perspectiva de poder, o sentimento de Minas de voltar a ter um mineiro no Palácio do Planalto cria uma viabilidade muito grande”, disse ontem o primeiro-secretário da Câmara dos DeputadosEduardo Gomes (PSDB-TO). Opinião semelhante manifestou o secretário-geral do PSDBRodrigo de Castro (PSDB-MG), considerando, entretanto, que, independentemente da candidatura serrista, já se formava consenso em torno de Aécio Neves. “O nome de Serra é muito bem-vindo e será uma grande opção. O seu projeto fica voltado para São Paulo. É notório que a maioria do partido defende Aécio”, afirmou.

Para o presidente do PSDB de Minas, deputado federal Marcus Pestana, o passo de Serra facilita a harmonização de interesses dentro do partido e a construção de uma unidade em torno de Aécio. “Nove em 10 tucanos após a eleição de 2010 começaram a formar opinião de que olhando para o futuro o retrato que vinha era o de Aécio. Mas é evidente que Serra, ao focar na Prefeitura de São Paulo, está construindo projeto para cinco anos”, disse, assinalando não ser possível imaginar que ele deixará o cargo, caso eleito. Mais cauteloso, o presidente nacional do PSDBSérgio Guerra (PE), considera cedo para se discutir 2014. “Não estamos pensando nisso neste momento. Não queremos colocar o carro na frente dos bois”, sustentou.

Decisão de Serra ainda não garante candidatura de Aécio

Data de publicação: 28/02/2012
Veículo: O Tempo
Decisão de Serra ainda não garante candidatura de Aécio

Brasília. Apesar de nos bastidores comemorarem a decisão do ex-governador de São Paulo José Serra de disputar a Prefeitura de São Paulo como uma vitória para Aécio Neves – que estaria livre para concorrer à Presidência da República pelo PSDB-, lideranças do partido, oficialmente, preferem não relacionar o pleito de outubro próximo com as eleições de 2014.Deputados tucanos não escondem que, desde a última convenção nacional da legenda, em maio do ano passado, Aécio Neves tem “hegemonia” sobre o partido. Eles, porém, insistem no discurso de que as disputas caminharão independentes, mantendo abertas as possibilidades de outros atores postularem o Palácio do Planalto.Para despistar a prevalência de Aécio, tucanos lembram outros nomes em condição de serem os escolhidos pelo partido. Poderiam concorrer tanto os governadores Geraldo Alckmin (SP), Beto Richa (PR) e Marconi Perilo (GO) como o senador Alvaro Dias(PR), por exemplo.”A candidatura presidencial de Aécio Neves não se materializará a partir do projeto eleitoral de José Serra”, comenta o secretário geral do PSDBdeputado federal por Minas, Rodrigo de Castro. “O movimento político de Serra não traz nenhum fato definitivo ao nosso partido, que continua aberto a quem quiser ser candidato à Presidência da República“.

De acordo com Castro, concorrer à prefeitura paulistana é “uma opção política” de Serra, que considerou “a importância da maior cidade do Brasil”. O deputado acredita que “o fato de ele estar pleiteando um projeto municipal não desmerece o seu tamanho no xadrez da política nacional”. Sobre a chance de a candidatura à prefeitura retirar Serra da corrida ao Planalto, afirmou: “isso cabe a ele responder”.

Rodrigo de Castro disse ainda que Aécio não é o “único postulante” à indicação do PSDB no pleito de 2014, embora tenha a “preferência” de grande parte das “oposições”. “Nós faremos a escolha no momento certo”, garante.

O presidente nacional do PSDBdeputado federal Sérgio Guerra (PE), também “esconde o jogo” quando questionado sobre o próximo candidato do partido à Presidência. “Um partido como o PSDB tem grandes nomes, com condições de comandar este país com muito mais competência que o governo do PT”, declara.

Favorito. Ele lembra que todos os governadores da legenda são “pré-candidatos” ao Planalto. “Nós estamos fazendo ótimas administrações nos Estados, com alto nível de reconhecimento da população”, reforça Guerra, para quem Aécio Neves é realmente um dos mais cotados.

“Ele é hoje reconhecido como líder da oposição, que tem totais condições de concorrer a qualquer cargo neste país”, resume.

Brasília. O tucanato mantém discrição a respeito da futura disputa pelo governo de Minas. Eles refutam a tese de que não possuem “candidato natural” à sucessão de Antonio Anastasia, lembrando que o próprio governador não era tido como a primeira opção do então comandante Aécio Neves.

“Tanto Andréa Neves quanto Renata Vilhena são nomes excelentes”, comenta o deputado federal mineiro Paulo Abi-ackel. Entretanto, ele ressalva que “esse assunto ainda não começou a ser objeto de discussão”. Conforme o parlamentar, as atenções doPSDB estão voltadas para disputa em Belo Horizonte.

“Minas ainda não entrou na pauta”, continua o parlamentar, para quem a cautela visa evitar atribulações à gestão de Anastasia. “Não falamos em nomes porque não queremos prestar um desserviço ao governo”. (TF)

São Paulo. A cúpula do PSDB paulista procurou, ontem, o secretário estadual de Energia, José Aníbal, para consultá-lo sobre a possibilidade de adiamento das prévias que escolherão o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, marcadas para o próximo domingo, 4 de março.

Aníbal e o deputado federal Ricardo Trípoli são os dois tucanos que permanecem na disputa interna desde a entrada de José Serra no cenário da sucessão municipal. Andrea Matarazzo e

Bruno Covas, que também estavam na disputa, abriram mão da candidatura.

Mesmo diante do apelo, Aníbal manteve-se irredutível contra a mudança na data das prévias. Os dirigentes tucanos disseram a ele que era preciso dar tempo para Serra se apresentar como pré-candidato à militância. “O ex-governador é muito conhecido e sua pré-candidatura foi amplamente divulgada. O nome dele estará lá ao lado dos nossos, no dia da votação. Não é preciso mudar a data para que o PSDB saiba que Serra é candidato”, afirmou Aníbal.

São Paulo. O ex-governador José Serra anunciou ontem pelo microblog Twitter que disputará as prévias do PSDB para definir o candidato tucano.

“Sempre fui favorável às prévias para a escolha do candidato a prefeito do PSDB. E delas pretendo agora participar. Hoje (ontem) comunicarei por escrito à direção do PSDB de São Paulo minha disposição de disputar a Prefeitura de São Paulo”, disse ele no microblog.

Até o fechamento desta edição, José Serra ainda não tinha anunciado oficialmente a sua inscrição nas prévias do próximo domingo.

Aliados veem caminho livre para Aécio em 2014

Data de publicação:28/02/2012

Veículo: Portal Uai Notícia

Aliados veem caminho livre para Aécio em 2014

“O seu projeto (de Serra) fica voltado para São Paulo. É notório que a maioria do partido defende Aécio” – Rodrigo de Castro, secretário-geral do PSDB

A disposição de José Serra (PSDB) de concorrer à Prefeitura de São Paulo, desarticulando a aproximação promovida por Lula entre o prefeito Gilberto Kassab (PSD) e a candidatura do ex-ministro Fernando Haddad, tem outro efeito a médio prazo: abre o caminho para o consenso no ninho tucano em torno da candidatura presidencial do senador Aécio Neves (PSDB) em 2014. Essa é a avaliação de vários deputados federais do partido. “Muda a perspectiva de poder, o sentimento de Minas de voltar a ter um mineiro no Palácio do Planalto, cria um sentimento de viabilidade muito grande”, disse ontem o primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, Eduardo Gomes (PSDB-TO). Opinião semelhante manifestou o secretário-geral do PSDB, Rodrigo de Castro (PSDB-MG), considerando, entretanto, que independentemente da candidatura serrista já se formava consenso em torno de Aécio Neves. “O nome de Serra é muito bem-vindo e será uma grande opção. O seu projeto fica voltado para São Paulo. É notório que a maioria do partido defende Aécio”, afirmou.

Para o presidente do PSDB de Minas, deputado federal Marcus Pestana, o passo de Serra facilita a harmonização de interesses dentro partido e a construção de uma unidade em torno do Aécio. “Nove em 10 tucanos, após a eleição de 2010, começaram a formar opinião de que olhando para o futuro o retrato que vinha era o de Aécio. Mas é evidente que Serra, ao focar na Prefeitura de São Paulo, está construindo projeto para cinco anos”, disse, assinalando não ser possível imaginar que ele deixará o cargo. Mais cauteloso, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE) evitou fazer avaliações do cenário político a longo prazo. “A candidatura de Serra tem grande consequência para o PSDB, pois São Paulo é muito importante para nós. Temos de pensar em ganhar São Paulo pois sem a capital paulista fica difícil liderar o Brasil”, afirmou. Guerra considerou cedo para se discutir 2014. “Não estamos pensando nisso neste momento. Não queremos colocar o carro na frente dos bois”, sustentou.

Também procurando desvincular os efeitos da decisão de Serra sobre 2014, o ex-deputado federal Arnaldo Madeira (PSDB/SP) sustentou: “Está muito longe. Além disso, a dinâmica das eleições municipais é diferente das eleições gerais. Uma influencia a outra mas temos o cenário macroeconômico, a avaliação das várias políticas e três anos pela frente”, afirmou. Mas Madeira descarta a hipótese de nova renúncia de Serra, caso seja eleito: “Quem é candidato a prefeito concorre a um mandato de quatro anos com possibilidade de reeleição”, disse.

Projeto

Até três semanas antes de anunciar ontem, às 9h30, pelo Twitter, a sua pré-candidatura à prefeitura paulistana, Serra acalentava o projeto presidencial e trabalhava no PSDB para isso. É muito improvável que, se eleito, volte a renunciar ao cargo para pleitear a candidatura à Presidência da República. Em 2006 ele fez isso para concorrer ao governo de São Paulo, mesmo tendo registrado em cartório, durante a campanha municipal de 2004, a intenção de concluir o seu mandato a prefeito. O seu então vice, Gilberto Kassab – pivô de toda a movimentação tucana -, assumiu em 31 de março de 2006 um dos maiores orçamentos do país e se reelegeu em 2008 para o cargo.

O movimento de Serra, que ainda precisará ser confirmado em prévias, afasta Kassab e o seu PSD da candidatura Fernando Haddad, que vinha sendo cuidadosamente costurada por Lula. “Se o Serra não tomasse essa decisão, o PSD daria novo passo em direção ao governo Dilma”, avaliou Marcus Pestana, lembrando que São Paulo tem relevância nacional no realinhamento das forças partidárias.

Petista diz que não é surpresa

O pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, admitiu que a entrada do tucano José Serra na disputa e a confirmação do apoio do PSD do prefeito Gilberto Kassab ao ex-governador o libera para encampar um discurso de mudança nesta campanha. “Fico mais tranquilo porque vou representar melhor as ideias que acredito, está mais adequado o candidato ao discurso”, reconheceu o petista. “Sempre me coloquei como candidato com uma plataforma de mudança, nunca abdiquei deste discurso”, afirmou.

O pré-candidato disse que aposta na memória do eleitorado com relação aos investimentos das últimas administrações do PT na cidade e conta com a boa avaliação do governo federal para conquistar os eleitores. “Nosso horizonte é muito bom, são duas administrações com grandes realizações na cidade e um governo federal muito bem avaliado”, apontou. Segundo Haddad, sua campanha pretende resgatar a história e os projetos que foram implementados pelo seu partido na cidade. Haddad voltou a dizer que não se surpreende com a entrada de Serra no embate eleitoral: “Estamos na sexta eleição do século 21 e é a quinta que ele (Serra) participará. Não vejo qual a surpresa disso.”

Redução da pobreza em Minas esta acima da média nacional, diz Ipea

Fonte: Jornal Estado de Minas

Minas Gerais vem reduzindo os índices de pobreza e desigualdade em ritmo maior do que outros estados do Sudeste e do que a média brasileira. No entanto, possui apenas 9,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e 10,3% da população. Os dados foram comentados pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, nesta segunda-feira, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

O estudo do Ipea mostra a evolução de 34 indicadores entre 2001 e 2009, nas áreas de demografia, previdência social, pobreza e desigualdade, saúde, seguridade, trabalho e renda, educação, cultura, saneamento e habitação. É possível comparar dados dos estados com as médias regional e nacional e descobrir, por exemplo, como está a evolução de Minas Gerais em relação à renda domiciliar per capita, ao combate à mortalidade infantil, às taxas de homicídio e à remuneração do trabalho.

De acordo com Pochmann, Minas apresenta a 9ª maior renda domiciliar do país e a 8ª menor taxa de pobreza extrema entre os Estados. Tecnicamente, considera-se em extrema pobreza os que tinham renda per capita inferior a R$ 67,07 ao mês, em setembro de 2009. Para anos anteriores, o valor é deflacionado segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Em 2001, 9% da população mineira estava nessa situação, índice reduzido para 3% em 2009. É uma queda bem superior à do Sudeste (que caiu de 5,6% para 2,3%) e à do Brasil (queda de 10,5% para 5,2%).

Transferência de renda

Na última década, a redução dos índices de pobreza e a melhora dos indicadores sociais ocorreram em todos os Estados, especialmente no meio rural. Para Pochmann, a ampliação dos investimentos sociais e dos programas de transferência de renda explicam, em grande parte, esse quadro. Esses investimentos se transformaram em estímulo ao crescimento econômico, em uma política que inverteu uma máxima do ex-ministro Delfim Neto, de que era necessário primeiro fazer crescer o bolo para depois dividi-lo. Agora, a distribuição vem antes e é condição para o crescimento. “É um novo modelo econômico implantado a partir de 2004. A distribuição é fermento da ampliação do mercado interno”, afirmou o presidente do Ipea.


Confira os finalistas do Prêmio Prefeito Empreendedor

Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae-MG

O Prêmio, que está dividido em melhor projeto e destaques temáticos, será concedido a prefeitos que tiverem implantado ações, com resultados  comprovados de estímulo ao surgimento e ao desenvolvimento dos pequenos negócios; e modernização da gestão pública.

Os critérios de avaliação e julgamento dos projetos vão além do foco principal nos micro e pequenos negócios e incluem requisitos como o seu impacto no desenvolvimento sustentável local, geração de emprego e distribuição de renda.

Sul de Minas é a região com maior número de finalistas

Entre os 30 municípios finalistas no prêmio, oito são do Sul de Minas. São eles: Ilicínea; Itanhandu; Lavras; Poços de Caldas; São Sebastião do Paraíso; Varginha; Extrema e Pains. Essa é a região com maior número de municípios na final (veja lista abaixo).

“A participação no prêmio, indiferentemente do porte da cidade, faz com que boas práticas possam ser adotadas para o fortalecimento e o aumento da competitividade da micro e pequena empresa no município”, explica o gerente da Regional Sul do Sebrae-MG, Juliano Cornélio. “Parabenizo os prefeitos finalistas pela participação no prêmio e que novos projetos sejam criados visando o desenvolvimento da micro e pequena empresa local”, completa Juliano.

O prêmio é promovido pelo Sebrae para identificar, reconhecer e disseminar o desenvolvimento municipal com base no incentivo aos micro e pequenos negócios.

Cidades finalistas:


Betim / Patrocínio
Brumadinho / Uberaba
Contagem / Uberlândia
Divinópolis / Carmo do Paranaíba
Lagoa Santa / Bonfinópolis de Minas
Pedro Leopoldo / Ilicínea
Ribeirão das Neves  / Itanhandu
Itueta / Lavras
Juiz de Fora / Poços de Caldas
Miradouro / São Sebastião do Paraíso
Muriaé / Varginha
Pedra Dourada / Extrema
São Gonçalo do Rio Abaixo / Pains
Brasília de Minas  / Capitão Enéas
Lagoa dos Patos  / São Francisco