
Senhor Presidente da Câmara dos deputados,
Senhoras e Senhores Parlamentares,
Brasileiros que nos ouvem pela rádio câmara e que nos assistem pela TV Câmara.
A escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo em 2014 é o mais claro voto de confiança do mundo na capacidade de organização do povo brasileiro que, depois do sacrifício de uma geração inteira, conseguiu, a partir de 1992, domar a inflação e estruturar a economia para vencer as crises que se sucederiam e começar a promover a melhoria e ascensão social.
Reduto dos maiores craques do futebol e detentor do maior número de títulos mundiais, o Brasil recebeu da FIFA o melhor reconhecimento e a maior oportunidade de demonstrar novamente, ao mundo, a sua competência também fora dos gramados.
A comemoração passou e, na consciência coletiva, o que fica agora é a preocupação de fazermos a melhor copa da história. A Copa é importante para o Brasil e, como brasileiro antes de tudo, e também como agente político, cabe-me trazer aqui esse assunto e mostrar como o meu Estado de Minas Gerais, entre as doze sedes dos jogos, está conduzindo os preparativos para a Copa do Mundo de 2014, desde o governo de Aécio Neves que estabeleceu o melhor planejamento para Copa entre todos os estados da Federação.
Em relação aos estádios, Minas está trabalhando no projeto de adaptação e modernização do Estádio Magalhães Pinto, o conhecido Mineirão que será palco dos jogos; e do Independência, que servirá aos treinos oficiais das seleções mundiais.
Sem perda de tempo, as obras do Mineirão começaram imediatamente à definição de Minas como sede já em 2010 e agora nós entramos na última etapa com conclusão prevista para 31 de dezembro de 2012, um ano e meio antes da Copa do Mundo e seis meses antes da Copa das confederações. É Minas também na frente na organização para Copa do Mundo.
Falamos até aqui dos andamentos das obras. Mas é importante também falar da filosofia de gestão do projeto Copa do Mundo em Minas. Todo brasileiro acredita e torce para que a Copa do Mundo seja verde e amarela, todo mineiro a quer também verde amarela, mas já está fazendo verde.
E por que isso? Por decisão e orientação do governador Antonio Anastasia, os mineiros terão o primeiro estádio certificado do mundo. Estádio com a preocupação com a sustentabilidade. E portanto, todas as obras vem sendo executadas e avaliadas sob critério de localização sustentável, eficiência no uso da água, energia e atmosfera, materiais e recursos de qualidade no ambiente interno.
O que comumente outros chamam de legado da Copa, o nosso governador Antônio Anastasia chama de sustentabilidade do projeto Copa. Legado é aquilo que fica. Para ficar, a obra tem que ser necessária e útil à população. Para ser necessária e útil, tem que ser sustentável, antes, durante e depois da Copa. Aqui quero fazer também o parêntese e realçar o trabalho do secretário Sérgio Barroso que tem se dedicado intensamente a essa questão e tem conduzido muito bem seus trabalhos na sua secretaria. A Copa é, para nós mineiros, uma oportunidade de desenvolvimento urbano e social, com avanços de modernidade e antecipação de futuro. Sob pretexto de fazer com brilhantismo a Copa do Mundo, Minas compartilha, com a iniciativa privada, um empreendimento de 666, 2 milhões de reais em benefício do povo de Minas Gerais.
Muito obrigado.
Ouça o pronunciamento:
Pronunciamento feito pelo Deputado Rodrigo de Castro, PSDB/MG, no Plenário da Câmara, em 24/08/2011.



















