
O trânsito nas estradas de Minas é uma das grandes preocupações do Governador Antonio Anastasia. Ao assumir o Governo, ele já anunciava, como uma de suas principais prioridades, a luta pela duplicação da BR-381, no trecho que vai de Belo Horizonte a João Monlevade. A importância dessa obra é tamanha que o Governador a colocou como questão de humanidade. De fato, o último final de ano deixou 900 mortos nas rodovias federais que cortam o Estado. É muita dor para as famílias; e não fazer nada para reverter esse luto de todos os anos é, sim, manifesta desumanidade.
Tem razão o Governador, como representante máximo do povo mineiro, de colocar essa carta na mesa e exigir firme atitude do governo federal no sentido de não retardar essa decisão. A estrada é federal e está matando mineiros e brasileiros que, vindos de todos os recantos do país, usam aquela malha para escoar produção ou para se encantar com as belezas de Minas ou com as praias do Espírito Santo.
Como a fazer o dever de casa, Minas está reavaliando todas as rodovias estaduais, num trabalho que começou no final do ano passado e deve continuar até o fim deste mês. O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais, a partir da mensuração da eficácia dos radares colocados nessas estradas, está medindo fluxo, posicionamento dos equipamentos de sinalização e fiscalização, limites de velocidade fixados e outras variáveis técnicas que dizem respeito à segurança no trânsito.
Serão avaliados 95 pontos estratégicos, onde se acham instalados radares e barreiras eletrônicas. É o mutirão pela vida que ajudará os mineiros a se unirem na cobrança das obras de duplicação da BR-381, a rodovia da morte que já ceifou muitos brasileiros. Chega de desumanidade!
Rodrigo de Castro, Deputado Federal e Secretário-Geral do PSDB



















