
O deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB/MG) participou de uma carreata em Varginha (MG), ao lado dos candidatos ao governo de Minas, Antonio Anastasia; do senado, Aécio Neves, e à presidência da República, José Serra. Cerca de 200 pessoas os receberam no aeroporto de Varginha no início da tarde, do último dia 30. O governador Antonio Anastasia anunciou que criará o Fundo Estadual do Café em Minas Gerais que vai garantir a renda dos cafeicultores, evitando as perdas provocadas pelo excesso de oferta e queda de preço do produto.
No estado, a cafeicultura gera 1,2 milhão de empregos diretos. As exportações de café de Minas, nos primeiros sete meses desse ano, cresceram 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Antonio Anastasia reafirmou o seu compromisso de cobrar do governo federal uma política nacional cafeeira adequada para o setor. “Vamos fazer um esforço imenso para que o governo federal se sensibilize e atue na sua responsabilidade, que é a questão do preço mínimo da saca, da regulagem do estoque e da dívida dos cafeicultores”, cobrou Antonio Anastasia.
Rodrigo de Castro lembrou que é preciso mais empenho do governo federal com os produtores de café para uma política permanente para a cafeicultura. “Aqui em Minas, por exemplo, o governo de Aécio-Anastasia criou o Certifica Minas Café que atesta a conformidade das propriedades cafeeiras de acordo com as exigências dos critérios internacionais de produção, para atestar as boas práticas agrícolas”, disse.
Aécio Neves ressaltou que no Senado, ao lado do governador Anastasia, irá “agir com o apoio de outros estados produtores para que possamos ter uma política permanente, que dê tranqüilidade e, obviamente, lucratividade para a atividade da cafeicultura”. O candidato José Serra também se comprometeu, caso seja eleito, a criar uma política nacional de proteção à cafeicultura. Para Serra, a presença da União no mercado do café é fundamental pelo alto número de empregos que o setor gera. “A cafeicultura precisa de uma política de governo para que ela possa render frutos em matéria de empregos, de divisas e de atividade econômica”.
*Com informações do PSDB-MG


















